Sobre Nós

A Team pgm foi fundada por Pedro Marques para responder à necessidade de novas oficinas nesta área, de fornecer serviços de qualidade a um preço acessível. Hoje em dia, qualidade e preços competitivos continua a ser a nossa forma de tornar os nossos clientes satesfeitos.

O atendimento personalizado e a qualidade dos nossos serviços são o nosso estandarte e a razão pela qual os nossos clientes confiam em nós.

Passando o negócio mais tarde para as mãos do seu filho (Bruno Marques)que já trabalhava para ele á mais de 20 anos.

Neste momento tentamos mordenizar os nossos serviços tentando aumentar o número de clientes satesfeitos, para além dos serviços normais de uma oficinas de motos.

Quando tudo começou…

Em 1978, Pedro Marques actualmente trabalhava na sua agente Casal (a Masac) e foi quando começou o seu trabalho como preparador de Karts no troféu Capacete Branco. Deu assistência como mecânico durante 4 anos neste troféu.

Em meados de 1981, começou a participar nos Moto Rallyes (actuais enduros) tendo como seu piloto António Dias Costa.

Na altura as motas mais famosas eram as Casal 125cc, as Yamaha 125cc e as Hondas 125cc. As corridas eram feitas na Régua, Sesimbra e por todo o país.

Havia na altura também o troféu Casal com 175cc onde António Dias Costa foi campeão.

Em 1985 as corridas de terra batida acabam dando início a uma nova era para a RPM (Racing Pedro Marques).

 

Velocidade…

Em 1985 , Pedro Marques e Sérgio Batista decidem participar numa corrida de velocidade sendo inicialmente uma brincadeira de amigos. A corrida deu-se em Vila Real fazendo esta parte do CNV (campeonato nacional de velocidade).

Na altura participaram nas duas classes existentes, as 50cc e as 80cc. Tirando um 5º lugar na geral. As motas da altura eram quase todas artesanais, sendo apenas o motor comprado fora do país. O resto dos componentes eram feitos cá.

A mota da RPM era uma Zundap vermelha com 50cc.

No ano seguinte (1986), Pedro Marques decide fazer o campeonato nacional por inteiro. E Sérgio Batista como piloto é campeão na classe das 50cc. A mota era a mesma, mas o motor fora alterado para um Flandria.

Infelizmente, 1986 foi o último ano com a classe das 50cc nas corridas.

Em 1987, pegaram na mesma mota e transformaram-na radicalmente. A mota sofreu bastantes alterações quer a nível de segurança como rendimento.

O motor era o mesmo Flandria mas com 80cc. De vermelha passou a amarela. E tinha algo de novo e inovador que nenhuma mota em Portugal teve nas corridas até aquele ano: um amortecedor traseiro central.

Neste campeonato (1987), o piloto Sérgio Batista teve um grande acidente afastando-o das corridas para sempre. A meio da época entra o seu irmão Rui Batista.

Em 1988 Rui Batista fez o campeonato e a mota continuou a mesma mas desta vez refrigerada a água. Sendo a bomba de água o senfim do conta-quilómetros ligado a uma hélice que provinha de um maquina de lavar roupa.

Até 1990 continuou-se a realizar o CNV com a mesma mota sofrendo sempre evoluções. Passando de jantes raiadas para as jantes de liga leve da Honda NSR. E a cor da mota passa de amarelo para verde e branco.

Nesta nova época, o nome RPM passava a ser conhecido por Team PGM (Pedro Gonçalves Marques).

Grandes Mudanças…

Na década de 1990, Rui Batista continuava a piloto da Team PGM.

No nacional de 1991 corre com a mesma montagem mas desta vez na classe das 125cc com o motor da Yamaha YZ 125cc.

Entretanto, no ano seguinte o motor manteve-se o mesmo e Pedro Marques decide construir uma réplica artesanal da Jota Covas ficando assim com mais 30 quilos na sua mota devido ao material utilizado na construção da mesma.

Rui Batista correu com esta mota até 1993 com classificações modestas sendo das poucas motas manufacturadas.

Em 1994, Pedro Marques muda de piloto e de motor. A réplica da Jota Covas é equipada com um motor Rotax 125cc GP de válvula rotativa. Germano é o piloto e acaba o ano do CNV em 3º lugar.

Em 1995 volta Rui Batista a pilotar a mesma mota. O piloto Germano deixa as corridas devido a um acidente de mota que teve fora de época.

De volta ao Enduro…

Na velocidade o ritmo era normal, mantendo Rui Batista com a réplica da Jota Covas no CNV. Até que em 1997 a velocidade acaba para a Team PGM.

Em 1996 surge uma oportunidade para Gustavo Costa participar em Raids e Enduros. Gustavo Costa é filho de António Costa, ex-piloto de Pedro Marques nos anos 80.

Gustavo faz o seu primeiro campeonato com uma KTM 50cc e só no segundo ano de Enduro (1997) é que é campeão nacional, mantendo a sua KTM 50cc muito bem preparada por Pedro Marques.

Em 1998 Gustavo Costa passa para a classe de 125cc com a sua nova KTM e mais uma vez, no ano seguinte (1999) é campeão nacional.

Um pouco de tudo…

Em 1999, no Enduro, Gustavo sagra-se campeão nacional na classe das 125cc.

De volta á velocidade temos o Troféu Aprilia Challenge que foi feito desde 1999 até 2000 com o piloto Bruno Nunes. Bruno é nomeado como melhor rookie do ano. No ano seguinte fica em 5º lugar no troféu.

No Motocross temos o piloto Sérgio Batista (filho de Rui Batista) numa KTM 65cc que corre durante 3 anos desde 1998 até 2000.

Entretanto para acabar o ano 2000, a Team PGM ainda deu assitência nos Karts ao piloto Pedro Bastos.

No mesmo ano (2000), Gustavo Costa participa no Enduro na classe das 250cc mas infelizmente não consegue acabar a época até ao fim.

4 anos de corrida…

Nesta nova época temos novidades na velocidade.

O Enduro e o Motocross terminaram e é vez de Sérgio Batista entrar na velocidade.

A Team PGM prepara para a época de 2001 uma Metrakit 70cc. E em 2001 e 2002, Sérgio Batista tira 2º lugar em ambas as épocas.

Em 2002 fez inclusive o CNV de 80cc com uma Yamaha TZ equipada com o motor YZ 80cc. Sendo este o seu ultimo ano.

No outro lado do desporto motorizado, temos Daniel Viana a pilotar em 2002 uma motor 4, Bombardier DS 250cc. E em 2003 no mesmo campeonato conduz uma Suzuki LTZ 400cc. Sendo este o ultimo ano para as resistências de Quads.

Para terminar, em 2004, Bruno Marques (filho de Pedro Marques) recupera a réplica da JJ CoBas e participa nas corridas extra-campeonato. Sendo afastado das corridas a meio da época com um acidente na corrida de Valpaços.

Até hoje tem sido uma época de repouso. Neste momento a Team PGM (pai e filho) encontram-se a trabalhar num futuro projecto de velocidade.

EM 2007 VOLTAMOS ACARGA MAS A TITULO DE BRINCADEIRA COM UMA MACAL M83 E UMA YAMAHA RZ 50 ONDE FIZEMOSA CORRIDA DO CABO DO MUNDO DOS CHAÇOS CUP.TOMAMOS O GOSTO NOVAMENTE E RUMAMOS BALTAR A UMA RESISTENÇIA DE 6 HORAS ONDE FIZEMOS 7 LUGAR,A PROXIMA FOI NO KARTODROMO DE FAFE AGORA COM UMA TZR 50 TERMINAMOS EM 4 LUGAR E POR ULTIMO FOMOS A VALPAÇOS COM 4 MOTOS TRIPULADAS POR PEDRO MARQUES,LUIS BATEIRA,PAULO SANTOS, BRUNO PINHO.e 2007 acaba assimnossa missão é proporcionar em 2008 a TEAM PGM prepara mais uma brincadeira.Paticipamos no trofeu chaços cup com a nossa fs1 motor de valvulauma resistençia de 3 horas onde terminamos em quinto.a proxima era numa vila muito pacata em fontes (vila real)corremos com uma macal com motor casal 50cc com os pilotos pedro marques,paulo santos e luis bateira numa resistençia de 3 horas onde terminamos em segundo. 

a proxima foi resistençia no kartodromo de oia mais uma prova de 3 horas com a mesma mota e acabamos a prova num otimo 2 lugar e melhor ainda acabamos o trofeu na segunda posiçao(vice campeoes).segue se uma outra resistençia em penafiel,apesar de alguns azares acabamos em 5 lugar